São dois tipos de financiamentos: um para quem ganha mais de R$ 1.900 e outro para quem tem renda familiar até R$ 1.875.
São dois tipos de financiamentos: um, para quem ganha mais de R$ 1.900, que usa recursos do próprio banco. Nesse caso, o limite de financiamento é de acordo com a renda e os juros são de 20% ao ano.
O outro financiamento é para quem tem renda familiar até R$ 1.875. Antes o limite era de sete mil reais, agora, é de 25 mil. Antes, o prazo para pagar a dívida era de 96 meses, agora, são 120.
Para conseguir empréstimo era preciso dar uma garantia ou ter um fiador. Agora, essa exigência não existe mais. Como esse financiamento usa recursos do fundo de garantia, os juros são de 5% ao ano.
Quem faz um empréstimo de R$ 10 mil, com juros de 5% ao ano para pagar em 120 meses. Por exemplo, vai pagar uma prestação de R$ 155, 09.
Além dos materiais tradicionais, como tijolos, cimentos, tintas e pisos, o cliente pode usar esse dinheiro pra mobiliar a casa, mas só vale comprar móveis embutidos. E 15% do total do financiamento pode ser gasto com mão-de-obra.
O cliente recebe um cartão e vai a uma das lojas credenciadas. No país, são 40 mil empresas conveniadas.
“O crédito está dentro do cartão. As lojas conveniadas aceitam o cartão como se fosse um cartão de débito”, explica Válter Nunes, gerente da Caixa Econômica Federal.
Ao conseguir o financiamento, o cliente tem seis meses para usar o cartão.
Patrícia Taufer - Globo.com - São Paulo