Ao entrar numa loja ou ponto de venda, ao olhar para a vitrine ou mostruários (displays etc.), seu cliente procura os mesmos atributos que encontrará nos produtos ou serviços oferecidos que estão em exposição.
Assim, se os atributos dos produtos ofertados estão relacionados com material de construção, esses valores devem estar apoiados pelo ambiente da loja.
Por outro lado, lojas desarrumadas e vitrines bagunçadas, são obstáculos para seus esforços de atrair e manter a atenção de sua clientela.
Procure estudar o espaço disponível e, se necessário, faça um mapa com a localização dos seus produtos. Imagine os principais pontos visuais, os secundários etc. Em seguida procure agrupar seus produtos segundo seus critérios estratégicos (os mais vendidos, os que chamam mais atenção, os que criam a imagem da sua loja etc.).
Ou seja, você pode ter uma arrumação fixa ou variável, dependendo das oportunidades que você possui ou que o mercado apresenta (calendário promocional, promoções especiais, razões de concorrência etc.).
De qualquer maneira, procure conduzir a visão de quem entra na sua loja ou olha para sua vitrine, segundo critérios planejados e organizados. Você pode ter uma arrumação fica para acostumar seus clientes com uma determinada localização (artigos de primeira necessidade, informações diárias etc.) ou pode ter espaços flexíveis onde poderá utilizar rodízios de promoções.
Experimente algumas alternativas. A prática vai mostrar-lhe qual é a melhor organização do seu espaço. O resultado aparece no aumento das vendas. Coloque-se no lugar de seu público-alvo e visite seus pontos de venda. Se possível realize uma pesquisa de opinião com seus clientes.
Texto do e-book CRIA AÇÃO EM MARKETING, de Carlos Martins.
A definição de um correto mix de produtos é um fator crítico de sucesso para o varejo e encontra eco sobre tudo diante do que é considerado um dos piores problemas que o varejo pode ter: Ruptura.
No Brasil, pesquisas demonstram que podemos encontrar índices de ruptura superiores a 20%, o que significa além de uma imensa perda imediata, um grande risco futuro se considerarmos que uma experiência repetida de ruptura pode estimular o cliente a optar por procurar por outra loja.
Além disso, a ruptura por vezes é um mal silencioso, pois no caso de produtos cuja maior parte das vendas é por impulso (e lembre-se que 85% das compras aproximadamente são por impulso) a ausência de determinado produto na gôndola inibe o impulso que resultaria na compra e lucro.
Neste sentido, o varejista precisa ficar atento a grande armadilha, que é definir qual o seu mix de produtos em função do seu gosto pessoal e padrão de compras e consumo. Parece pouco óbvio, mas a verdade é que em muitas pesquisas constatamos que o varejista por vezes decide o que comprar com base na sua percepção intuitiva e geralmente empírica a respeito "do que sai ou do que não sai".
Uma prática importante para a constante avaliação do correto mix de produtos é a utilização adequada dos materiais de merchandising e demais recursos promocionais a disposição do varejista, como por exemplo, degustações, combos entre outras ações promocionais diversas. Este tipo de comportamento vai ajudar a fazer da sua loja um local de experimentação de novos produtos (lançamentos), introdução de novos padrões e hábitos e consumo e vai estimular a compra por impulso.
A interceptação (quando um funcionário intercepta / aborda o cliente) é outra prática importante para o estímulo ao consumo de determinados produtos, pois uma parte expressiva dos consumidores são considerados passivos e habitualmente só introduzem um novo produto no seu carrinho de compras a partir de um estímulo ativo e direto, que pode ser feito por ou outro cliente, promotor da indústria ou mesmo o funcionário da loja.
1. Telhado branco
Estudos demonstraram que as cores escuras refletem apenas 20% da luz solar. Com isso, as superfícies esquentam muito, contribuindo para a formação de ilhas de calor. Use tintas ecológicas, à base d´agua, que costumam ter, entre outras propriedades, baixa emissão de compostos voláteis, substâncias que prejudicam a qualidade do ar.
2. Jardim sustentável
Segundo o paisagista Rodrigo Oliveira (na foto, ao lado de um de seus projetos), é importante privilegiar o uso de plantas regionais. Elas atraem pássaros e até mesmo pequenos animais que estão ficando sem habitat. "Um exemplo disso são os severos ataques de lagartas que as plantas sofrem atualmente. Isso poderia ser evitado se houvesse predadores naturais", explica. Nesse ponto, o profissional sugere plantar árvores frutíferas até mesmo em vasos.
3. Pé na grama
Devemos evitar a pavimentação de todo o jardim: "A água deve conseguir infiltrar-se no solo e voltar para os lençóis freáticos". Por falar em água, a irrigação automatizada, quem diria, é a melhor maneira de economizar este recurso natural para grandes extensões verdes. "Os custos envolvidos serão compensados, ainda mais quando pensamos no preço dos recursos naturais no futuro".